Iniciativa da doTERRA com comunidades locais promove fornecimento ético de óleos essenciais, preservação da floresta e desenvolvimento social no Norte do Brasil
A produção de óleos essenciais na Amazônia tem se consolidado como uma alternativa econômica alinhada à conservação ambiental e ao desenvolvimento social. A extração de copaíba e breu branco movimenta a economia de dezenas de comunidades do Norte do país, por meio de parcerias com pequenos produtores que fornecem mais de 20 toneladas de óleos por ano.
A iniciativa faz parte de um modelo de fornecimento ético e sustentável, baseado na valorização de comunidades locais e na conservação da floresta. O trabalho envolve indígenas, ribeirinhos e quilombolas de municípios do Amazonas, Pará e Amapá, como Novo Airão, Parintins, Lábrea, Oriximiná, Óbidos, Porto de Móz, Ilha do Marajó e Mazagão, entre outras localidades.
A extração da copaíba é considerada um exemplo de uso sustentável dos recursos naturais. Por se tratar de um produto florestal não madeireiro, a resina é retirada por meio de incisões no tronco da árvore, sem necessidade de corte, o que contribui para a preservação da biodiversidade e para a redução do desmatamento. O modelo também ajuda a manter atividades tradicionais baseadas em conhecimentos ancestrais.
Atualmente, a cadeia produtiva do óleo de copaíba sustenta 185 empregos diretos e impacta 611 pessoas. Os extrativistas parceiros recebem uma remuneração entre 15% e 20% acima da média de mercado, o que fortalece a permanência das famílias em seus territórios e garante maior segurança econômica.
Rosimar da Silva Moreira, extrativista de Novo Airão, relata que a parceria trouxe estabilidade ao trabalho. Antes, ele precisava percorrer longas distâncias para vender o óleo e aceitava preços baixos. Com a estrutura atual, passou a ter previsibilidade de compra e remuneração mais justa, o que garantiu a continuidade da atividade e o sustento da família.
Além da compra dos óleos, os produtores recebem treinamentos voltados à segurança e à sustentabilidade, além de equipamentos de proteção individual para a realização das atividades de extração.
A atuação na região também inclui ações sociais voltadas à saúde, alimentação e educação. Desde 2020, mais de R$ 500 mil foram destinados à doação de equipamentos médicos para hospitais e postos de saúde no Pará e no Amazonas. Durante a pandemia, mais de 1.500 cestas básicas foram distribuídas às comunidades atendidas.
Na área educacional, os investimentos ultrapassam R$ 250 mil e incluem a construção e reforma de escolas, a criação de um laboratório de mídia com doação de computadores e melhorias na infraestrutura educacional em comunidades ribeirinhas e indígenas.
O conjunto dessas ações demonstra como modelos produtivos baseados em sustentabilidade, remuneração justa e inclusão social podem gerar impacto positivo de longo prazo, contribuindo para a preservação da Amazônia e para o fortalecimento das comunidades que vivem da floresta.








