Especialistas e a Smart Air alertam para impactos à saúde e ao meio ambiente e apontam alternativas mais eficientes ao ar-condicionado tradicional
Ondas de calor cada vez mais intensas têm colocado em alerta autoridades, empresas e a população. Em uma ocorrência classificada como de grande perigo pelo Instituto Nacional de Meteorologia, cidades do Sudeste brasileiro registraram temperaturas até 5 °C acima da média histórica. Registro (SP) chegou a 39,7 °C no dia 24, enquanto o Rio de Janeiro marcou 39 °C, tornando-se a capital mais quente do país em dois dias consecutivos. Em São Paulo (SP), os termômetros alcançaram 35,9 °C, a maior temperatura já registrada em dezembro desde o início das medições, superando o recorde de 1996.
O cenário confirma uma tendência de longo prazo. Dados da WWF mostram que o aquecimento global no Brasil avança em ritmo mais acelerado que a média mundial. Entre 1961 e 1990, o país registrava cerca de sete dias de ondas de calor por ano. Na década de 1990, esse número subiu para 20 dias. Nos anos 2000, chegou a 40 dias e, entre 2011 e 2020, alcançou aproximadamente 52 dias por ano, evidenciando a intensificação dos eventos extremos.
Além dos riscos diretos à saúde, como desidratação, agravamento de doenças respiratórias e cardiovasculares, o calor extremo pressiona a infraestrutura urbana. O aumento do consumo de energia elétrica e a sobrecarga dos sistemas de abastecimento de água tornam-se desafios adicionais. Em São Paulo (SP), o governo estadual chegou a emitir alertas para a redução imediata do consumo de água, diante da combinação entre altas temperaturas e maior demanda.
Nesse contexto, cresce o debate sobre eficiência energética, qualidade do ar e alternativas mais sustentáveis para garantir conforto térmico, especialmente em ambientes coletivos, industriais e comerciais. O uso intensivo de sistemas tradicionais de ar-condicionado, que demandam alto consumo energético e utilizam gases refrigerantes, passou a ser questionado dentro das agendas de sustentabilidade e ESG.
Os climatizadores surgem como uma alternativa alinhada a esse novo cenário. Equipamentos desse tipo promovem conforto térmico com menor consumo de energia e sem o uso de gases refrigerantes. Diferentemente do ar-condicionado convencional, não utilizam compressores, condensadores ou sistemas de alta pressão, o que reduz custos operacionais e impacto ambiental.
Essas soluções podem gerar economia de até 90% no consumo de energia elétrica e reduzir a temperatura ambiente em até 11 °C, além de promover a circulação de ar renovado, filtrado e umidificado. Outro diferencial está nos efeitos sobre a saúde. Enquanto o ar-condicionado tende a ressecar o ar e pode agravar problemas respiratórios, a climatização contribui para ambientes mais equilibrados e confortáveis.
“Diferentemente do ar-condicionado tradicional, o climatizador protege a saúde respiratória, evita o ressecamento do ar e cria um ambiente mais confortável e produtivo, especialmente em períodos de calor extremo”, afirma Rafael Barbosa, CEO da Smart Air.
Com mais de dez anos de atuação, a empresa reforça o compromisso com soluções de conforto térmico associadas à eficiência energética e à qualidade do ar. Em um cenário de crise climática cada vez mais evidente, alternativas desse tipo passam a integrar o debate sobre adaptação urbana, redução de impactos ambientais e construção de cidades mais resilientes às ondas de calor, que tendem a se tornar mais frequentes e intensas.








