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Projeto Iguapé supera meta em 2025 e impacta mais de 27 mil estudantes em ações de educação ambiental

Iniciativa itinerante percorreu seis estados e consolidou a educação ambiental como eixo estratégico da atuação social da companhia

A educação ambiental exerce papel central na formação cidadã, no fortalecimento das comunidades e na construção de cidades mais resilientes. Com esse propósito, a Iguá Saneamento apresenta o balanço do primeiro ano do Projeto Iguapé – A Arte e a Ciência de Sanear, sua principal iniciativa de educação ambiental lançada em 2025.

Ao longo do ano, o projeto percorreu 13 municípios, passou por 86 escolas públicas e beneficiou mais de 27 mil estudantes, superando a meta inicial de 25 mil alunos. No total, foram realizadas mais de 200 apresentações educativas, evidenciando o potencial de ações que conectam saneamento básico, uso consciente da água e preservação ambiental de forma acessível e prática.

Para 2026, a companhia confirma a continuidade do projeto, com ampliação das atividades nos territórios onde atua.

“A educação ambiental é uma ferramenta de transformação das cidades e das pessoas. Os resultados do primeiro ano do Iguapé mostram que levar esse debate para as escolas, de forma lúdica e conectada à realidade dos territórios, é um caminho efetivo para formar uma nova geração mais consciente. A continuidade do projeto reforça nosso compromisso com essa agenda”, afirma Natalia Menezes, gerente de Responsabilidade Social da Iguá Saneamento.

Com uma abordagem interativa, o Projeto Iguapé leva às escolas um circuito de aprendizagem que integra arte, ciência e tecnologia. A proposta é explicar, na prática, temas como saneamento básico, ciclo da água, uso responsável dos recursos naturais e preservação ambiental.

Em 2025, a iniciativa foi executada em cinco operações do grupo — Agreste Saneamento, Águas Cuiabá, Iguá Rio, Iguá Sergipe e Paranaguá Saneamento — além de uma ação piloto em São Paulo e uma vivência especial voltada aos filhos de colaboradores no escritório da holding.

Como recorte de impacto, o projeto contabilizou a participação de alunos com deficiência e ou neurodivergência e somou mais de cem dias de vivências educativas, com centenas de horas de atividades realizadas.

A experiência nas escolas é estruturada como uma jornada educativa. Ela começa com uma aula-show teatral de introdução ao tema e segue por cinco estações de aprendizagem, que incluem experimentos sobre tratamento de água, oficinas criativas, dinâmicas colaborativas que simulam a limpeza de uma lagooa, experiências imersivas em realidade virtual e atividades sobre pegada hídrica, registradas no Passaporte Iguapé.

Implementado em escolas públicas, o conteúdo segue a metodologia STEAM e está alinhado à Base Nacional Comum Curricular, estimulando o pensamento crítico, a consciência ambiental e a cidadania desde a infância.

A iniciativa também foi desenhada para garantir inclusão e acessibilidade. Em conformidade com a Lei 10.098 de 2000, todas as atividades contam com recursos de acessibilidade comunicacional, arquitetônica e atitudinal, assegurando a participação plena de estudantes com deficiência.

Realizado pela Iguá Saneamento em parceria com o Instituto Caravana, o projeto contou ainda com 263 participações voluntárias de colaboradores, que se uniram ao time de educadores, cientistas e artistas para ampliar o alcance das ações e fortalecer o vínculo com as comunidades atendidas.

Para 2026, o Projeto Iguapé entra em seu segundo ano de execução com expansão para novos municípios e ampliação do impacto educativo, reforçando o compromisso da Iguá com a promoção da educação ambiental e com a formação de uma nova geração mais consciente sobre saneamento e preservação dos recursos hídricos.

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