Vida Mais Sustentável

Com R$ 27,3 milhões em educação gratuita e 63 mil horas de voluntariado, rede educacional amplia impacto social e ambiental

Terceira edição do Relatório de Sustentabilidade da Rede Lius Agostinianos reúne resultados nas áreas educacional, social, ambiental e de governança

Educação de qualidade, responsabilidade socioambiental e ampliação do acesso ao ensino são alguns dos destaques da terceira edição do Relatório de Sustentabilidade da Rede Lius Agostinianos, referente ao ano de 2025. A instituição é responsável pelas unidades do Colégio Santo Agostinho em Minas Gerais e por unidades educacionais gratuitas em Minas, Rio de Janeiro, São Paulo e Ceará.

Entre os números do período estão R$ 27,3 milhões investidos em gratuidades na Educação Básica, 2.104 bolsistas e beneficiários sociais, mais de 467 mil refeições completas oferecidas aos estudantes das unidades educacionais gratuitas e 63.279 horas dedicadas ao voluntariado. Ao longo de 2025, a Rede também realizou 1.433 atendimentos sociais a estudantes, colaboradores e famílias, além de 3.736 ações técnicas e socioeducativas de apoio, articulação e acompanhamento.

“Cuidar das pessoas, fortalecer a governança, qualificar a educação, ampliar o impacto social e assumir compromissos com a Casa Comum são dimensões que se conectam diretamente ao nosso jeito de ser e educar”, afirma Márcia Nóbrega, diretora-geral da Rede Lius Agostinianos.

A Obra Social Adeodato, inaugurada em Fortaleza em 2025, atendeu, em seu primeiro ano de funcionamento, 100 crianças no contraturno escolar, com atividades de educação, cidadania, arte, cultura, esporte e lazer, além de alimentação e acompanhamento social e pedagógico. A atuação gratuita da Rede inclui ainda a Escola Profissionalizante Santo Agostinho, em Belo Horizonte, o Colégio Agostiniano AIACOM, no Rio de Janeiro, e a Escola Santo Agostinho, em Bragança Paulista. Ao todo, foram concedidas 1.767 bolsas da Educação Básica, com investimento de R$ 27,3 milhões em gratuidades. Outros 337 beneficiários foram contemplados por ações de assistência social, que representaram investimento adicional de aproximadamente R$ 2,2 milhões.

A Rede Lius destinou corretamente 38,9 toneladas de resíduos recicláveis em 2025, incluindo papel, papelão, plásticos, metais e materiais eletrônicos. Também foram encaminhadas aproximadamente 27,5 toneladas de resíduos orgânicos para compostagem, evitando a emissão de 43,09 toneladas de CO₂ equivalente. As ações integram a meta institucional de transformar as unidades da Rede em Escolas Lixo Zero até 2030. As unidades também mantêm ecopontos abertos à comunidade e realizam mutirões para o recolhimento de resíduos eletrônicos.

Parte das experiências de educação ambiental foi desenvolvida no ilAli – Centro Educacional Agostiniano de Ecologia Integral, em Mário Campos, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O espaço preserva aproximadamente 340 mil m² de área natural e recebeu 4.044 visitantes em 2025. Ao longo do ano, as unidades do Colégio Santo Agostinho promoveram 69 projetos socioambientais, que somaram 9.893 participações de estudantes. Sete iniciativas da Rede também foram reconhecidas com o Selo ODS Educação.

O Programa de Voluntariado Agostiniano reuniu 794 estudantes e registrou 63.279 horas de atuação em 2025. As iniciativas apoiaram 33 instituições e envolveram ações educativas, culturais, artísticas, recreativas, socioemocionais e ambientais, além de campanhas de arrecadação e visitas a instituições parceiras. As atividades alcançaram crianças, adolescentes, pessoas idosas, famílias em situação de vulnerabilidade, pacientes hospitalares e comunidades tradicionais.

As cinco unidades do Colégio Santo Agostinho em funcionamento em 2025, em Belo Horizonte, Contagem, Gutierrez, Nova Lima e Divinópolis, contaram com mais de oito mil estudantes. No período, os alunos conquistaram 2.170 premiações em olimpíadas do conhecimento e 187 estudantes foram aprovados nos principais vestibulares públicos de Minas Gerais pelo SISU.

“Nosso desafio é formar estudantes éticos, críticos, criativos e preparados para um futuro que será cada vez mais complexo. A educação do futuro exigirá conhecimento, capacidade de adaptação e domínio de novas ferramentas, mas continuará exigindo escuta, sensibilidade, responsabilidade, convivência, espiritualidade e sentido”, destaca Márcia Nóbrega.

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