Início HOME Investimento de R$ 28,7 milhões em ações socioambientais revegetou o equivalente a...

Investimento de R$ 28,7 milhões em ações socioambientais revegetou o equivalente a 543 campos de futebol da Mata Atlântica

93
0

Appian Capital Brazil e Atlantic Nickel reflorestaram 388,37 hectares da Mata Atlântica no Sul da Bahia desde 2018, com investimento de mais de R$ 28,7 milhões em ações socioambientais

Em um passo importante rumo à preservação ambiental, a Appian Capital Brazil, fundo de investimento privado especializado em mineração, atingiu marco histórico de valorização à biodiversidade ao revegetar 388,37 hectares de Mata Atlântica no entorno das operações da Atlantic Nickel, ativo do grupo produtor de níquel sulfetado. Os hectares revitalizados equivalem a aproximadamente 543 campos de futebol e abrangem Áreas de Reserva Legal e Áreas de Preservação Permanente (APPs), no entorno das cidades de Ipiaú (BA) e Itagibá (BA).

Para dar suporte a essa crescente demanda, a Appian dispõe de viveiro de mudas em Itagibá (BA), área de atuação da Atlantic Nickel, com capacidade total de produção de 120 mil mudas por ano. Apenas nos últimos quatro anos, após ampliação do viveiro, foram produzidas mais de 147 mil mudas de espécies típicas da Mata Atlântica, como pau-brasil, ipê-amarelo e ingá-de-metro, destinadas a projetos de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e iniciativas socioambientais na região. “Seguimos com um sólido propósito com o meio ambiente em nossas operações rumo à sustentabilidade e ao desenvolvimento equilibrado. Para isso, nos últimos quatro anos investimos mais de R$ 28,7 milhões em ações socioambientais, incluindo revegetação, monitoramento e proteção da Mata Atlântica, de 2018 a 2024”, ressalta Gilcimar Oliveira, diretor de ESG e pessoas da Appian Capital Brazil.

O espaço do viveiro ocupa uma área de cerca de 1.000 m², incluindo área interna e de rustificação – processo de adaptação de plantas a condições adversas, como sol intenso, ventos fortes, baixas temperaturas e falta de água, para que consigam sobreviver e se desenvolver em diversos ambientes. Além da produção de mudas, a Atlantic Nickel realiza iniciativas de educação ambiental junto à comunidade local. Escolas e organizações da região podem visitar o viveiro para conhecer as etapas do cultivo e aprender sobre a importância da conservação ambiental. Parte da produção de mudas é doada para as prefeituras das cidades próximas das operações da companhia, com o propósito de fomentar a educação ambiental.

Recuperação e preservação da mata baiana

O programa de proteção ambiental é composto por três iniciativas: o Programa de Proteção e Monitoramento da Fauna, voltado à recuperação de habitats favorecendo espécies ameaçadas de extinção; o Projeto de Proteção e Mapeamento das Espécies Florísticas, que reintegra espécies vegetais nativas da localidade; e o Programa de Reflorestamento da Mata Atlântica, que visa o aumento da área de Mata Atlântica em Itagibá (BA), por meio da revitalização e preservação do ecossistema da região, ao estimular o retorno e o desenvolvimento de espécies nativas locais.

“Investimos em um legado ambiental que beneficia as futuras gerações. Essas espécies contribuem para a recuperação de áreas desmatadas, auxiliam na manutenção da fauna local e na proteção do solo contra erosão. Além disso, o cultivo de exemplares nativos em viveiros é uma forma eficaz de envolver a comunidade local em ações de preservação e conservação ambiental, com conscientização sobre boas práticas sustentáveis. Esse espaço é parte fundamental de nossa estratégia de responsabilidade ambiental e social”, complementa Oliveira.

Projeto de Proteção e Monitoramento da Fauna

O programa tem como proposta o monitoramento de animais nativos da região. Com auxílio de empresas de consultoria ambiental, as espécies locais são acompanhadas por meio de câmeras trap, que mapeiam ocorrências, atividades e comportamentos. No Sul da Bahia, o ativo já registrou cerca de 411 espécies da fauna silvestre local na Zona da Mata baiana. Entre as espécies identificadas estão: a raposa (Cerdocyon thous), o tamanduá (Tamandua tetradactyla), o saruê (Didelphis albiventris), o mico (Callithrix kuhlii), o tatu-peba (Euphractus sexcintus), o gato-do-mato-pequeno (Leopardus tigrinus), o papa-mel (Eira barbara), o quati (Nasua nasua) e o mão-pelada (Procyon cancrivorus), entre outras. A ação conta com a colaboração dos empregados da mina Santa Rita, que, por meio de uma linha direta com a equipe do projeto, informam o local e as espécies avistadas nas proximidades da unidade. Em seis anos de atuação, a Atlantic Nickel registrou o crescimento de 164 espécies locais preservadas na região.

Projeto de Proteção e Mapeamento das Espécies Florísticas

A Atlantic Nickel preserva e monitora 509 espécies do bioma local, incluindo espécies da Mata Atlântica, por meio de monitoramento trimestral com uso de câmeras e acompanhamento in loco de equipe composta por três pessoas do Núcleo de Preservação da Fauna e Flora. Desde 2018, quando a Appian Capital Brazil assumiu a gestão do ativo, o projeto acompanhou mais de 5.000 indivíduos arbóreos na região, com destaque para: pau-brasil (Paubrasilia echinata), jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra), jequitibá-rosa (Cariniana legalis), embaúba-branca (Cecropia hololeuca), ipê-amarelo (Handroanthus chrysotrichus), ingá-de-metro (Inga edulis), casqueiro (Samanea tubulosa), cedro (Cedrela odorata), vinhático (Plathymenia reticulata), pau-ferro (Libidibia ferrea) e pau-d’alho (Gallesia integrifolia). A iniciativa permite mapear o local de nascimento das plantas e garantir o cuidado e a preservação de diversas espécies arbóreas de grande valor ecológico para o bioma local, evitando seu desaparecimento.

Reflorestamento da Mata Atlântica

No entorno das cidades de Ipiaú (BA) e Itagibá (BA), a Atlantic Nickel já revegetou, de 2018 até abril de 2026, mais de 388 hectares do bioma da Mata Atlântica, o que equivale a aproximadamente 584 campos de futebol. São cultivadas mudas de 96 espécies locais, como angico-vermelho (Anadenanthera peregrina), mutamba (Guazuma ulmifolia), dandá (Joannesia princeps), braúna (Melanoxylon braúna), pau-ferro (Libidibia férrea), jequitibá-rosa (Cariniana legalis), ingá-de-metro (Inga edulis), aroeira (Schinus terebinthifolius), pau-brasil (Paubrasilia echinata), jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra), cedro (Cedrela odorata) e gonçalo-alves (Astronium fraxinifolium), entre outras. Somente em 2025, foram produzidas mais de 70 mil mudas de 38 espécies da Mata Atlântica.

O programa tem como objetivo a recuperação da flora nas regiões onde a Appian Capital Brazil, por meio da gestão de seu ativo Atlantic Nickel, atua. Com base em boas práticas ambientais, como o plantio de mudas de espécies originárias da região de Mata Atlântica na Bahia, realiza-se a revitalização de áreas locais pelo reflorestamento.

Para saber mais sobre as iniciativas socioambientais realizadas pelo fundo e seus ativos, acesse os sites da Appian Capital Brazil e da Atlantic Nickel.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui